Setembro Amarelo: Ações de Acolhimento e Valorização da Vida

  • Fortalecimento da Rede de Proteção Social por meio de ações educativas e acolhimento.
  • Importância da escuta ativa e do cuidado com a saúde mental de crianças e adolescentes.
  • Utilização de atividades lúdicas e literatura para o desenvolvimento emocional.
  • Colaboração entre órgãos municipais e instituições acadêmicas para promoção do bem-estar.


Setembro Amarelo: Cuidar, Acolher e Iluminar Vidas

A campanha Setembro Amarelo é um marco essencial para a conscientização sobre a valorização da vida e a prevenção. No âmbito municipal, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), em conjunto com o Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICA), promoveu uma iniciativa estratégica voltada ao acolhimento e à importância da escuta qualificada.

Com o tema central Cuidar, Acolher e Iluminar Vidas, o evento proporcionou aos jovens acolhidos pelo SAICA um espaço seguro para o diálogo e a reflexão. O foco principal da ação foi construir bases sólidas para que crianças e adolescentes compreendam a relevância do cuidado emocional desde cedo.



Atividades Lúdicas e Literatura como Ferramenta de Apoio

Uma das principais ferramentas utilizadas durante a atividade foi a contação de histórias com o uso de fantoches. A obra selecionada, A Borboleta e o Tatame da Vida, de autoria da Prof.ª Dra. Alexandra Nascimento de Andrade, vinculada à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), serviu como ponto de partida para discussões profundas sobre o cotidiano juvenil.

Através da narrativa, foram abordados temas complexos e fundamentais para o desenvolvimento humano, tais como:

  • Gestão da ansiedade e medo perante o novo;
  • Desenvolvimento da coragem e disciplina;
  • Respeito mútuo e a importância da superação;
  • Resiliência para enfrentar os desafios inerentes à vida.


Fortalecendo a Rede de Proteção Social

A eficácia de ações voltadas à infância e adolescência depende diretamente da integração entre diferentes setores da sociedade. Esta iniciativa contou com parcerias fundamentais, incluindo o Tapiri dos Curumins e Cunhatãs, o Laboratório de Estudos e Saberes (LAEIPATA) e o Grupo de Pesquisa Educação e Diversidade Amazônica (GPEDA/UEA).

Cuidar da infância é plantar esperança. Acolher é cuidar. Ouvir é estar presente.

Ao promover esses espaços de cuidado, a gestão pública não apenas cumpre seu papel institucional, mas fortalece a Rede de Proteção Social. O objetivo é garantir que, desde a infância, existam mecanismos de suporte que permitam a construção de trajetórias de vida seguras, iluminadas pelo apoio técnico e humano dos colaboradores envolvidos.

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