- Mobilização comunitária: Caminhada em Umariaçu I reúne lideranças e moradores em prol da saúde mental.
- Parceria intersetorial: Ação conjunta entre DSEI Alto Rio Solimões, Prefeitura de Tabatinga e Rede de Proteção.
- Educação e Conscientização: Foco na valorização da vida e na prevenção durante o Setembro Amarelo.
- Integração social: Fortalecimento dos vínculos entre serviços públicos e a comunidade indígena.
Conscientização e União na Comunidade de Umariaçu I
A comunidade indígena de Umariaçu I foi palco de uma importante mobilização social na última sexta-feira (25). Em alusão à campanha Setembro Amarelo, foi realizada a Caminhada pela Valorização da Vida, uma iniciativa do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Solimões que contou com o apoio direto da Prefeitura de Tabatinga.
O evento teve como objetivo principal promover o diálogo aberto sobre a saúde mental, quebrando tabus e reforçando a importância do cuidado mútuo dentro do contexto comunitário. A união dos moradores em torno deste tema sensível demonstra o compromisso local com o bem-estar coletivo e a preservação da vida.
Trajeto e Participação Popular
A concentração e início da atividade ocorreram em frente à Escola Municipal Indígena OI TCHURUNE MEETPARUCU. De lá, os participantes seguiram em marcha até o palco localizado em frente à Casa da Moça Nova, ponto central de convivência da localidade.
Durante todo o percurso, mensagens de otimismo e informativos sobre canais de ajuda foram compartilhados. O encontro proporcionou um momento de reflexão profunda sobre como o apoio emocional e a escuta ativa são fundamentais para enfrentar desafios psicológicos.
Fortalecimento da Rede de Proteção e Serviços Públicos
Um dos grandes diferenciais desta ação foi a participação ativa da Rede de Proteção Social. A Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) marcou presença através de seus equipamentos e serviços especializados, atuando na orientação dos cidadãos.
Além da SEMAS, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) também integrou a mobilização. A presença dessas instituições reforça que o trabalho de prevenção e garantia de direitos deve ser integrado e contínuo, unindo o poder público e a sociedade civil para assegurar o acolhimento necessário a quem precisa.
“Mais do que uma caminhada, o evento deixou uma mensagem essencial: acolher, ouvir e cuidar também são formas fundamentais de preservar vidas.”
A iniciativa reafirma que a valorização da vida é um compromisso compartilhado, exigindo atenção constante e a construção de redes de apoio sólidas para todos os membros da sociedade.
